As grades na Orla Conde no Rio serão substituídas

O Rio de Janeiro foi extremamente reformado para receber as olimpíadas de 2016, uma das grandes vitorias foi conseguir entregar.

O Rio de Janeiro foi extremamente reformado para receber as olimpíadas de 2016, uma das grandes vitorias foi conseguir entregar a tempo o Boulevard Olímpico localizado na Zona Portuária. Dos Jardins do Valongo ao Cais da Imperatriz vários locais foram revitalizados no intuito de preservar a história do local e atrair turistas mesmo depois do fim das olimpíadas.

O projeto intitulado Porto Maravilha hoje é um dos mais visitados pontos do Rio de Janeiro. Com projetos de arquitetura moderna como o Museu de Arte do Rio e o mais novo Museu do Amanhã, a intenção era conseguir entregar uma região com novo potencial econômico, um legado para ser desfrutado pelas gerações futuras.

No final do último ano depois do encerramento dos eventos olímpicos e paraolímpicos, a Marinha em acordo com a prefeitura decidiu instalar grades por toda a Orla Conde, que iam do Museu do Amanhã até os fundos da Casa França-Brasil. As cercas tinham o dever de limitar o acesso dos turistas criando um corredor que os protegeriam de acidentes próximos a água.

As grades apesar de terem uma boa intenção da parte da Marinha brasileira criou uma discussão em relação a aparência da Orla. A maioria das pessoas presentes entrevistadas, inclusive a própria imprensa considerava tais grades desnecessárias.

Depois de uma reunião entre a Marinha e a Prefeitura do Rio que aconteceu quarta-feira no primeiro dia de fevereiro, as duas instituições decidiram substituir as grades de ferro na Orla do Conde por guarda-corpos. A prefeitura quer respeitar o urbanismo do local com a criação de um novo modelo que não seja tão chamativo porem eficaz.

Os chamados guarda-corpos servirão para prevenir a queda por acidente das pessoas que transitam pela Região Portuária próximo ao espelho d’água. O 1º Distrito Naval afirma que precisa garantir a segurança e evitar situações emergenciais desnecessárias.

A decisão foi tomada depois que inúmeras reportagens realizadas pela televisão e pela imprensa escrita mostravam outros locais do mundo com trafego de pessoas em pontos turísticos próximos a água que não utilizavam grades ou se quer guarda-corpos.

Em certas regiões do rio Tamisa em Londres ou do rio Sena em Paris também não existem grades e o número de acidentes no local é zero. A própria urbanização do local define um distanciamento das pessoas da água para evitar situações complicadas.

Apesar do novo projeto, ainda não existe uma previsão para a remoção das grades de ferro.

This article was written by BeaC.