Luciana Lóssio é indicada para o Conselho Nacional de Direitos Humanos

No ano de 2011, Luciana Lóssio foi indicada para preencher a vaga de ministra substituta do TSE (Tribunal Superior Eleitoral),.

No ano de 2011, Luciana Lóssio foi indicada para preencher a vaga de ministra substituta do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), vindo a se tornar, posteriormente, ministra efetiva. Três anos depois, em meados de 2014, a advogada recebeu outro convite importante, para fazer parte do Conselho de Direitos Humanos.

Essa indicação partiu do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, o qual é o responsável por fazer as indicações sobre quem deve integrar o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH). Ao aceitar o convite, a ministra Luciana Lóssio ressaltou que esse órgão tem exercido uma grande importância na defesa dos direitos humanos no país, o que torna uma honra ter a chance de integrá-lo. Ainda sobre essa oportunidade, a ministra declarou acreditar que essa seria uma experiência sem precedentes para trabalhar em prol da evolução dos direitos da sociedade brasileira.

O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) tem como principal objetivo promover e garantir os direitos humanos no Brasil. Isso é feito através de iniciativas que almejam evitar e impedir qualquer tipo de situação na qual esses direitos estejam ameaçados. Desse modo, a instituição tem como intuito realizar ações que resguardem e protejam todos os grupos sociais e também as causas que são defendidas por eles.

Luciana Lóssio, que foi a primeira mulher na história do país a ser nomeada para ocupar uma vaga no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) destinada a juristas, já havia dado um importante passo em sua carreira ao ser efetivada na casa pela ministra do STF, Cármen Lúcia, o que justifica a sua trajetória de sucesso que culminou com essa indicação para fazer parte do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

A posse de Luciana Lóssio no TSE foi um momento de grande importância para o país no que diz respeito a igualdade de gêneros, pois foi através dela que a casa passou a ter um número superior de mulheres em seu quadro de juízes efetivados, pois de um total de sete magistrados, quatro eram mulheres. Em relação a esse tema, Cármen Lúcia destacou que tem sido cada vez mais comum notar uma queda nas disparidades de gêneros em cargos importantes no Brasil, o que segundo ela, só tem sido possível em razão da presença das mulheres no ensino superior.

Luciana Lóssio nasceu no Distrito Federal e se formou em Direito pela Universidade de Brasília (UniCEUB), em 1999. Logo após ser aprovada na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), ela já demonstrou uma grande aptidão em se especializar nos Estudos Eleitorais e Partidos Políticos, tendo realizado nos anos seguintes diversos cursos sobre o tema.

No início de sua carreira, a ministra trabalhou por sete anos como Assessora Jurídica da Procuradoria Geral da República, e logo depois atuou em casos importantes da política do país, o que contribuiu para que se tornasse um dos maiores nomes do Direito Eleitoral no Brasil. Ainda no extenso currículo da ministra está o fato dela ser integrante do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (Ibrade) e também todas as suas contribuições teóricas ao meio acadêmico, como por exemplo, o artigo mais recente escrito por ela, cujo tema é: “Proclamação dos resultados e diplomação”.

This article was written by BeaC.